E, mesmo aflita, conformara-se.
Temia enganar-se.
Mas, ao vê-lo correr, pensou que seria o momento para falar de amor.
Busco nas palavras o sentido do eu não dito...
Rascunhado por Carol Avlis às sábado, agosto 28, 2010 1 comentários
Rascunhado por Carol Avlis às quarta-feira, agosto 18, 2010 4 comentários
Rascunhado por Carol Avlis às sábado, julho 17, 2010 3 comentários
Me corroem o peito, porém se recusam a sair.
Sabem que tornei-me dependente delas.
Pedantes!
Se sentem donas do próprio nariz.
Julgam-se mais espertas.
Conhecem meu medo de nunca mais tê-las.
[Será que seriam tão más a ponto de abandonarem meu coração?]
Presunçosas!
E assim, com receio de perdê-las pra sempre, busco-as em meu ser e em palavras já ditas.
Rascunhado por Carol Avlis às quarta-feira, julho 14, 2010 1 comentários
Em sua humanidade,rende-se aos prazeres da carne.
Em sua santidade, renega sentimentos mundanos, flagelando a própria alma a fim de purificar-se.
Foge de seus instintos,tentando buscar,no Criador, sua salvação.
Tenta negar seu ser na intenção de tornar-se verdadeiramente santo.
Mas animal, com seus anseios e fantasias, entrega-se ao outro.
Permite dominarem seu corpo e mente.
Vê-se conduzido pelos desejos .
Já não pensa mais em si, suprimindo todo e qualquer vestigio de pureza.
Sente-se sujo, porém,de suas entranhas, emana uma insana vontade de largar-se ao que é imoral.
Pecador!
Medíocre!
Sentenciado a viver, aceita, passivamente, suas mazelas.
Inebreia-se com a delícia do pecado.
Inercialmente, perece.
E, assim, sua alma padece.
Rascunhado por Carol Avlis às segunda-feira, julho 12, 2010 0 comentários
Rascunhado por Carol Avlis às terça-feira, julho 06, 2010 1 comentários