skip to main | skip to sidebar

Quem Sou

Minha foto
Carol Avlis
"Verbalizo minha dor em versos mudos"
Visualizar meu perfil completo

Postagens

  • ► 2012 (3)
    • ► Maio (1)
      • Por um fio ...
    • ► Março (2)
      • De repente ...
      • Âmago
  • ▼ 2011 (26)
    • ▼ Dezembro (1)
      • Não que tenha sido uma escolha errada, mas, talvez...
    • ► Novembro (1)
      • Dissonante
    • ► Outubro (2)
      • De onde vem a poesia?
      • Intransitivo
    • ► Setembro (1)
      • Sentir em estado bruto
    • ► Agosto (1)
      • Solilóquio
    • ► Maio (3)
      • Depende dos olhos que veem
      • "Calar-se e sorrir. Não compreendia o porque conti...
      • Impar
    • ► Abril (9)
      • Para tão pouco tempo, parecia impossível tanta ami...
      • Libertar ...
      • Clara caminhava, leve, vestida com seu jeans surra...
      • Eu não entendo porquê não entendo
      • Entregar-se e amar. Foi assim que, nunca mais, se ...
      • Silenciar ...
      • Envolveu-se na beleza daquele sorriso, esquecendo-...
      • Quer namorar comigo?
      • Antes que o dia acabe.
    • ► Março (3)
      • Singular
      • Caleidoscópio
      • Rendição
    • ► Janeiro (5)
      • Refugio-me em seus lábios. Em seu abraço, encontro...
      • Vozes sussurradas, gritos roucos. Eternizam-se nu...
      • Trair
      • E, de tanto imaginar, tornou-a real!
      • Velhas palavras
  • ► 2010 (37)
    • ► Dezembro (3)
      • Encanto
      • Sentido
      • E se jornal fosse colorido?
    • ► Novembro (8)
      • Outra vez solidão
      • Houve um tempo no qual já não sabia quem era quem
      • E mais nada
      • Pessoas sentadas no sofá sonham em assistir tevê
      • Cor de amor [?]
      • Invasão
      • Minha amiga Linda
      • Ah!, se aquele idiota ainda vivesse
    • ► Outubro (5)
      • E o lenço ...
      • Eu o matei e não me arrependo disso
      • Cadê a poesia?
      • Hipótese
      • Isegoria II
    • ► Setembro (2)
      • Uma pérola para Laura
      • Rima Pobre
    • ► Agosto (4)
      • Conversa de namorados
      • Dois
      • Inocência
    • ► Julho (4)
    • ► Junho (4)
    • ► Maio (2)
    • ► Abril (2)
    • ► Março (1)
    • ► Fevereiro (2)
  • ► 2009 (5)
    • ► Outubro (1)
    • ► Setembro (1)
    • ► Agosto (2)
    • ► Abril (1)
"E, mesmo assim, desejou que fosse para sempre"
Carol Avlis

Seguidores


"Quero estar onde a imaginação alcança." Carol Avlis

Isegoria

Busco nas palavras o sentido do eu não dito...

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Não que tenha sido uma escolha errada, mas, talvez, não a tenha feito no momento certo. Talvez fosse meu coração pedindo, apenas, que desse, quem sabe, a chance de experenciar a grandeza de algum sentimento. Ou fosse, então, uma necessidade de um ego já tão doente e machucado. E a sensação que tenho é de que esteja enterrado. Não sei se vivo ou morto, mas está enterrado. Só espero que não queira, um dia, exumar o corpo.

É, a vida será sempre essa busca por algo maior. Corrida que faz exaurir nossas forças. Por vezes, se faz vã. Vez em quando, acertamos o passo. É lugar de tropeços e, com muita sorte, não haverá quedas. Aonde tudo vem e vai, quase nada, realmente, fica. É estação onde não há hora marcada. É exílio em que exalamos, a sós, tudo aquilo que somos. Sonho pueril, carregado de uma inocência nem sempre evidente. É, por vezes, palavra não dita. É ser o que nem sempre se é. É estar sempre preso a alguma coisa, mesmo que seja à liberdade. Busca por sentido mesmo sem haver sentido. Desejo ardente, cheio de conteúdos a serem resolvidos. É via de vários sentidos. Mentira contada com sinceridade. Jogo sem placar em que o vencedor é aquele que sai com poucas marcas. Sãos sobre o papel em branco com vontade de escrever que, um dia, receberam de ti o mesmo amor que lhe foi dado, sem reservas.

Rascunhado por Carol Avlis às Quarta-feira, Dezembro 21, 2011    

0 comentários:

Postar um comentário

Postagem mais recente Postagem mais antiga Início
Assinar: Postar comentários (Atom)

Blog Design by Gisele Jaquenod

Work under CC License.

Creative Commons License